Alice não é mais a mesma. Aos 19 anos, a menina sonhadora criada pelo escritor inglês Lewis Carroll tem o dote posto à disposição para salvar sua família da bancarrota. Ao ser pedida em casamento pelo filho de um dos amigos do falecido pai, um dândi sem graça e nojento, ela enfrenta uma decisão que a colocará definitivamente no mundo dos adultos. Este é o ponto de partida de "Alice no País das Maravilhas", a versão de Tim Burton para o clássico de Carroll. Assisti e, como tudo que Tim Burton faz, me chocou e depois me conquistou. Amei.
Burton jamais adaptaria um clássico dessa envergadura se não pudesse, de alguma maneira, subvertê-lo ou, no mínimo, transcendê-lo. E ele sabe como fazer isso com maestria. Eu recomendo.
MINHA FRASE
Aproveitando a temática do filme, vou dividir com vocês minha frase predileta dessa história e que sempre me fez pensar muito no rumo que sempre quis dar pra minha vida:
“Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui? – pergunta Alice.
Isso depende muito de para onde queres ir – respondeu o gato.
Isso depende muito de para onde queres ir – respondeu o gato.
Preocupa-me pouco aonde ir – disse Alice.
Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas – replicou o gato.”
Suas escolhas fazem o que você é e onde chegará. Quem não sabe pra onde vai, não chega a lugar algum.

2 comentários:
É, além de escolher o caminho, é preciso concluí-lo, ou vamos tomar vários e sempre recomeçarmos achando que o outro era melhor... Até acabar com todos sem tomar nenhum.
Hummm... isso é uma indireta sobre nossa ultima conversa e de como eu lido com os sonhos alheios??? ahahhahahaa... me senti a Rainha de Copas agora.
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