sábado, 31 de dezembro de 2011

8 promessas de Ano Novo difíceis de cumprir (ainda mais se você colocar todas na mesma lista)

1.    Não comer fast food. Faça uma pesquisa informal com seus amigos e descubra o óbvio: todo mundo quebra essa promessa superfast (rapidinho). Que tal substituí-la por: “Vou mastigar mais devagar”?


2.    Emagrecer 10 quilos... no primeiro semestre! Um bom começo é rabiscar um “Recolher as partes de mim que ficaram fora da calça”. Em outras palavras, prometa murchar a barriga. E também braços, pernas, coxas e quadris.


3.    Economizar dois terços do salário. E a grana da academia para cumprir o item anterior?!?


4.    Sair para a balada com as amigas pelo menos uma vez na semana. Outra contradição: e a economia? Ou melhor, duas: e o regime, como fica?


5.    Ver um filme por dia. Jura que no dia seguinte da balada com as amigas você vai ter cabeça para ir ao cinema?!?


6.    Arranjar um namorado: A-hã, porque se apaixonar é mesmo uma coisa que a gente escolhe. Ser correspondida, então... (Provavelmente você andou vendo filmes românticos demais).


7.    Fazer ginástica sete vezes por semana. Deus que é Deus apelou para uma pausa no sétimo dia. Mas você, mera mortal, ainda acha que não precisa, né?


8.    Ser promovida. Para isso você deve ao menos dar uma passadinha no escritório, certo? Com a promessa de balada com as amigas, caça ao futuro namorado, assistir a um filme por dia e malhar como uma rata de academia, em que momento você vai trabalhar mesmo?!? Relaxa... E feliz 2012!!!

Fonte: Revista Gloss

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O ESPÍRITO NATALINO NÃO VALE PARA OS CACHORROS?



Um rottweiler foi arrastado pelo carro de um mecânico em Piracicaba. Morreu após sua perna ser amputada. Titã, de 4 meses, foi enterrado vivo por seu dono em Novo Horizonte. Salvo após 12 horas, perdeu a pelagem e ficou cego de um olho. Em Goiás, a enfermeira monstruosa matou seu yorkshire com requintes de crueldade e revoltou o Brasil. Outros relatos de pura maldade ou descaso com cães multiplicam-se pelo país.
Amo os animais – sou parte da ONG Mão Amiga, de Novo Horizonte, que tem meu pai como presidente e salvador do pequeno Titã.  Mas ando desanimada com as leis, com a falta de punição aos covardes que machucam um animalzinho, às universidades e empresas de cosméticos que, literalmente, tiram o couro dos bichos e até com pessoas que simplesmente enjoam de seus bichinhos e os descartam como lixo velho. Sim, não fico chocada apenas com a tortura explícita e, às vezes, filmada. Mas, principalmente, com aqueles que compram um filhotinho, tratam como um filho, botam roupinhas e acessórios ridículos. Mas depois cansam ou se irritam com a bagunça que eles fazem – porque cachorro faz bagunça sim, dá trabalho, faz sujeira e exigem atenção.
O que me parece é que não há mais sentimentos, pelo menos não da parte do homem, porque, como todos sabem, o cão ama devotadamente seu dono até o fim, chora e sofre sua ausência, mesmo quando abandonado. Nesta época do ano, em que tanto se fala de amor e fraternidade, é tão estranho saber que alguém machucou um cãozinho, ou o jogou nas ruas, no intervalo das compras dos presentes de Natal. O tal espírito natalino não vale para cachorros?

O ESSENCIAL É INVÍSIVEL AOS OLHOS

 
 
Aconteceu no dia 26/11, no Broa, o evento: “O Essencial é Invisível aos Olhos", 
preparado com carinho pela Betinha Castro para a apresentação do 
Projeto O Pequeno Príncipe. Uma noite repleta de vivências sem uso da 
visão, que tocaram o coração e sensibilidade de todos. Por exemplo, 
os convidados chegavam e eram conduzidos pela Trilha Sensorial, onde 
percorriam vendados um espaço, ao som de elementos da natureza, e eram 
orientados a tocar objetos  que  estimulavam seus sentidos olfativo e tato; 
imagens  de crianças deficientes visuais (DV), ressaltando suas possibilidades, 
ficavam passando em circuitos de TV; além de vários depoimentos, filmes e 
músicas que tinham um nobre intuito de conscientizar a todos da importância 
deste projeto (Pequeno Príncipe), que visa identificar, quantificar e fazer a 
diferença na vida de crianças com problemas visuais.
 
Estiveram presentes pessoas de diversos setores da sociedade, como o 
prefeito municipal Oswaldo Barba, o presidente da Câmara de Vereadores, 
Edson Firmiano, o engajado em causas sociais, ex jogador Raí, o Diretor 
de Relações  Institucionais da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Antonio 
Carlos Grandi, vários empresários, educadores, profissionais liberais de 
São Carlos, além de alguns deficientes visuais que contribuíram para a 
realização dessa noite especial.  
 
Este projeto visa à criação de uma instituição para o atendimento de crianças 
deficientes visuais, de zero ano de idade até o seu ingresso no ensino 
fundamental. A proposta do projeto tem um diferencial importantíssimo: 
sua forma de ação e foco bem definido, que asseguram o propósito de 
promover o desenvolvimento pleno dessas crianças e a sua inclusão 
social e educacional.            
 
Mas para que o projeto se concretize será necessário uma rede de parceiros, 
ou de "anjos" que contribuam das mais diversas formas, como colaboradores 
financeiros na co-realização do projeto, patrocinadores, desenvolvimento de 
Tecnologias assistivas, atendimentos médicos, psicológicos, odontológicos, 
divulgação, transporte, além de empresas ou pessoas que forneçam seus 
serviços gratuitamente. Ao conhecer melhor o projeto fiquei sensibilizada 
e quero fazer a minha parte, ajudar a fazer a diferença! E você? 
Quer ser um “anjo” e também ajudar este projeto se tornar uma realidade? 
Para mais informações e saber como, entre em contato com a Beth:
 bethc@terra.com.br ou pelo celular (16) 9709 4838.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

INSPIRAÇÃO DITA VON TEESE


Eu AMO roupas estilo Dita Von Teese. Nem sei se existe esta classificação, mas se não tiver, acabei de inventar. Dita é atriz e reinventou em nossos tempos o conceito estético pin-up dos anos 50. O que eu mais gosto nela é esse estilo clássico de cobrir o corpo e deixá-lo à mostra ao mesmo tempo. Ela é super sensual, mas suas roupas nunca são vulgares ou mostram mais do que os olhos querem ver. Eu acho isso excepcionalmente chique! Algumas “famosas” poderiam aprender uma coisinha ou outra com ela. Fica a dica!