Não sou paulistana, mas confesso que o cruzamento da Ipiranga com a Avenida São João mexe mais com o meu coração do que eu gostaria. A aniversariante da semana não para, e isto não é força de expressão. As pessoas não param, o trânsito não para e a cidade não dorme. Perfeito, pois assim como a grande maioria, eu não vim parar aqui à toa.
Faça chuva ou faça sol, mais chuva do que sol, diga-se de passagem, São Paulo tem programas para todos os gostos. Mas eu acho que um jeito gostoso de homenagear a capital paulistana, que na última quarta-feira completou 458 anos, é falar de sua culinária. E neste quesito a diversidade também é um prato cheio da cidade. Podemos viajar por diversas culturas através de vários pratos oferecidos em cada canto da cidade, da América Latina à Europa, dando uma paradinha em diversos estados do Brasil, e terminando no Oriente (como tem restaurante bom de comida japonesa e árabe nesta cidade – adoro!).
Diante de tantas opções pensei “quais são os pratos típicos paulistas? Daqueles que na hora recordamos a terra da garoa?
Sanduba de Mortadela do Mercadão Municipal: o interessante é que o famoso sanduíche de mortadela surgiu numa brincadeira entre a relação de funcionários com um cliente chato. Os funcionários resolveram caprichar na dose do recheio a contragosto desse cliente, o que agradou não só o cliente em especial, mas como todos os freqüentadores do mercadão, conclusão: é mania até hoje. Todos os dias, mil sanduíches – a maior parte de mortadela – são consumidos. Os boxes do Mercadão movimentam cerca de 350 toneladas de alimentos num dia e uma multidão de 14 mil pessoas circula por seus corredores.
Sanduíche de Pernil do Estadão: um ícone culinário da madrugada paulistana. O Bar e Lanches Estadão foi inaugurado em 1968 ao lado de onde era o prédio do jornal O Estado de São Paulo na época, e foi provavelmente a primeira lanchonete da cidade a funcionar 24h. Fica bem no coração da cidade, no Viaduto 9 de Julho, 193. Pertinho do metrô Anhangabaú.
Pastel da Maria (Feira do Pacaembu): frito a na gordura bem quente, a versão de carne ganha tempero de alho, cebola, tomate, salsinha, azeitona verde, azeite e um toque de gengibre. Para ficar ainda melhor, basta colocar um pouco do vinagrete oferecido em potinhos descartáveis. Mais informações: http://www.pasteldamaria.net.br
Pizzaria Braz: uma saída de sábado a noite pra comer pizza é típico programa de paulista. Hoje a cidade tem aproximadamente 6 mil pizzarias que servem cerca de 43 milhões de pizzas por mês. São Paulo só perde pra Nova York neste quesito, é a segunda cidade do mundo onde se consome mais pizza. Aposto que você imaginava que fosse Nápoles, na Itália – errou. O destaque é a Pizza Braz: fatias de abobrinha assadas no azeite de oliva, mussarela de búfala picada e queijo parmesão ralado (www.casabraz.com.br)
Faça chuva ou faça sol, mais chuva do que sol, diga-se de passagem, São Paulo tem programas para todos os gostos. Mas eu acho que um jeito gostoso de homenagear a capital paulistana, que na última quarta-feira completou 458 anos, é falar de sua culinária. E neste quesito a diversidade também é um prato cheio da cidade. Podemos viajar por diversas culturas através de vários pratos oferecidos em cada canto da cidade, da América Latina à Europa, dando uma paradinha em diversos estados do Brasil, e terminando no Oriente (como tem restaurante bom de comida japonesa e árabe nesta cidade – adoro!).
Diante de tantas opções pensei “quais são os pratos típicos paulistas? Daqueles que na hora recordamos a terra da garoa?
Sanduba de Mortadela do Mercadão Municipal: o interessante é que o famoso sanduíche de mortadela surgiu numa brincadeira entre a relação de funcionários com um cliente chato. Os funcionários resolveram caprichar na dose do recheio a contragosto desse cliente, o que agradou não só o cliente em especial, mas como todos os freqüentadores do mercadão, conclusão: é mania até hoje. Todos os dias, mil sanduíches – a maior parte de mortadela – são consumidos. Os boxes do Mercadão movimentam cerca de 350 toneladas de alimentos num dia e uma multidão de 14 mil pessoas circula por seus corredores.
Sanduíche de Pernil do Estadão: um ícone culinário da madrugada paulistana. O Bar e Lanches Estadão foi inaugurado em 1968 ao lado de onde era o prédio do jornal O Estado de São Paulo na época, e foi provavelmente a primeira lanchonete da cidade a funcionar 24h. Fica bem no coração da cidade, no Viaduto 9 de Julho, 193. Pertinho do metrô Anhangabaú.
Pastel da Maria (Feira do Pacaembu): frito a na gordura bem quente, a versão de carne ganha tempero de alho, cebola, tomate, salsinha, azeitona verde, azeite e um toque de gengibre. Para ficar ainda melhor, basta colocar um pouco do vinagrete oferecido em potinhos descartáveis. Mais informações: http://www.pasteldamaria.net.br
Pizzaria Braz: uma saída de sábado a noite pra comer pizza é típico programa de paulista. Hoje a cidade tem aproximadamente 6 mil pizzarias que servem cerca de 43 milhões de pizzas por mês. São Paulo só perde pra Nova York neste quesito, é a segunda cidade do mundo onde se consome mais pizza. Aposto que você imaginava que fosse Nápoles, na Itália – errou. O destaque é a Pizza Braz: fatias de abobrinha assadas no azeite de oliva, mussarela de búfala picada e queijo parmesão ralado (www.casabraz.com.br)
Ponto Chic: o Bauru mais famoso de São Paulo. O Ponto Chic original foi inaugurando durante a Semana de Arte Moderna de 1922, no Largo do Paissandu. Ali, aliás, é onde foi inventado o Bauru. Servido em um pão francês, rosbife, tomates e pepino vêm cobertos por um creme de queijos espetacular, que é receita secreta da casa. Eu gosto do Ponto Chic do Largo do Paissandu (tem outros no Paraíso e Perdizes), mas quem não quiser ir a São Paulo pra provar, soube que eles abriram uma filial também em Ribeirão Preto. Mais informações: www.pontochic.com.br
Bisteca Sujinho: o bom e velho "bar das putas" resiste ao tempo com sua simplicidade, preço honesto e carnes saborosas. O restaurante Sujinho surgiu na década de 60 na região da Consolação. Nesta época, a vizinhança era conhecida como boca do luxo devido às boates, casas de prostituição e espetáculos que ali existiam – daí a fama de antigamente. Mas garanto que bisteca saborosa como a deste restaurante vai ser difícil encontrar em outro lugar. E não se engane, de Sujinho o lugar só tem o nome. Mais informações: www.sujinho.com.br
Chopp do Bar do Léo: localizado no centro da cidade, o Bar Léo conta com instalações simples, decoração aconchegante e mesas na calçada. Desde a inauguração, em 1940, o destaque é o chopp Brahma. Para acompanhar, o boteco oferece porções e petiscos. São canapés, salsicha aperitivo, queijo parmesão e os famosos bolinhos de bacalhau. O que pode ser um problema é se você não gosta de colarinho, pois o pessoal do bar deixa bem claro: “Aqui o chopp é assim. Se você não gosta não tem problema, na padaria vende cerveja sem colarinho. Basta atravessar a rua”. Simples assim! Informações: www.barleo.com.br
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2 comentários:
Putz, agora que fui ler isso? Passei duas semanas em Sampa... rs. Inclusive no dia do aniversário da cidade, o que foi uma honra.
Mas deu pra conhecer lugares bacanas. Principalmente bares, como bom butequeiro que sou. E concordo com a teoria do chopp! rs
Andi, qdo precisar de dicas me pergunte. Eu tenho um ótimo guia..rs
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